Correios: 7 mil trabalhadores podem pagar a conta da má gestão
Marco Feliciano - 15/06/2026 16h06
Carteiro trabalhando (Imagem ilustrativa) Foto: Divulgação/CorreiosQuando um governo sério administra uma nação, seus órgãos públicos tornam-se exemplo para todos. Veja, durante o governo do presidente Jair Messias Bolsonaro, os Correios apresentaram superávit até o fim da gestão, sendo entregues ao sucessor com as contas no azul e bilhões de reais em caixa.
Uma estatal de tamanha importância é essencial para atender à enorme demanda pelos serviços inerentes aos Correios. Assim, quando não há desvios de finalidade, os chamados malfeitos administrativos, as contas fecham.
No entanto, governos de esquerda, que frequentemente confundem o público com o privado, acabam malversando recursos e provocando rombos de difícil reparação. Não fosse a garantia do Tesouro em financiamentos a aliados, a bancarrota seria inevitável.
Tradicionalmente, os funcionários dos Correios contam com estabilidade, até porque são especialistas no que fazem. Por isso, a notícia de que a empresa pretende propor novamente um programa de demissão voluntária para cerca de 7 mil funcionários causou mal-estar em toda a categoria e acendeu um alerta para milhares de famílias. Vale lembrar que o último programa de desligamento voluntário não alcançou a adesão esperada.
Finalizo pedindo a Deus que proteja os funcionários dos Correios contra maus administradores que tentam colocar seus devaneios nas costas dos trabalhadores. E que Ele derrame as mais escolhidas bênçãos celestiais sobre todos os funcionários dos Correios.
Marco Feliciano é pastor e está em seu quarto mandato consecutivo como deputado federal pelo Estado de São Paulo. Ele também é escritor, cantor e presidente da Assembleia de Deus Ministério Catedral do Avivamento.
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