4 razões porque o esquerdismo é idólatra
Renato Vargens - 18/06/2026 12h52
Estrela, foice e martelo – símbolos do comunismo e socialismo, ideologias de esquerda Foto: PixabayNão quero ser simplista, até porque existem outras razões que apontam efetivamente para a incompatibilidade entre o cristianismo e o esquerdismo; todavia, visando ajudar a elucidar o mal que o esquerdismo tem feito à Igreja brasileira, resolvi escrever 4 razões porque ele é idólatra.
1. Esquerdistas colocam no Estado sua esperança, fé e submissão irrestrita. Os cristãos, ao contrário, estão submissos à Palavra de Deus, crendo que há um único Senhor, Todo-Poderoso, a quem devemos nos submeter integralmente.
2. Esquerdistas comportam-se como súditos do Estado. Já os cristãos não são súditos de leviatã, mas, sim do Soberano Rei dos reis e Senhor dos senhores.
Por causa disso, os cristãos não dividem sua lealdade com um Estado que requer “fidelidade partidário-religiosa”, mesmo porque, cristãos sabem que a lealdade em questão, segundo as Escrituras, é uma forma acintosa de idolatria, uma quebra do primeiro mandamento.
3. Esquerdistas fazem de suas ideologias o fundamento da sua crença, cujos pressupostos são praticamente inquestionáveis.
Em oposição, os cristãos acreditam que o Estado quando quer ser maior do que Deus, transforma-se “na besta” cuja autoridade vem exclusivamente do dragão (Ap 13.1-18).
4. Esquerdistas relativizam o senhorio de Cristo, pondo em xeque as verdades das Escrituras, optando por seguir as percepções subjetivas de um sistema que minimizou os efeitos e consequências do pecado.
Já os cristãos acreditam que Deus é o único Rei e Senhor absoluto. Dessa forma, cristãos não devem entregar sua lealdade a um Estado autoritário ou totalitário, cujos pressupostos afrontam de forma veemente as inequívocas verdades do Evangelho.
Renato Vargens é pastor sênior da Igreja Cristã da Aliança em Niterói, no Rio de Janeiro e conferencista. Pregou o evangelho em países da América do Sul, do Norte, Caribe, África e Europa. Tem 40 livros publicados em língua portuguesa e um em língua espanhola. É membro dos conselhos do TGC Brasil e do IBDR.
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