Das axilas peludas ao bigode, marcas de uma geração vencida pelo feminismo
Renato Vargens - 27/07/2026 17h07
Mulheres estão assumindo o buço (Imagem ilustrativa) Foto: IA\Chat GPTTodos sabemos que uma grande parte do movimento feminista não depila as axilas. Aliás, as adeptas dessa prática desenvolvem a ideia central de que depilar o corpo é uma forma de submissão ao homem e ao patriarcado, e que, portanto, deve ser resistido.
O discurso das que defendem tal prática é o de sempre: “Meu corpo, minhas regras”. Digo mais: em círculos feministas, deixar o pelo nas axilas virou símbolo de resistência.
Pois é, não há nada ruim que não possa piorar. Não é que em nome do feminismo agora estão defendendo o crescimento de buços e bigodes?
O triste disso é perceber que parte da mídia e das redes sociais têm tentado normalizar o bigode feminino concedendo a ele um ar de empoderamento.
Caro leitor, ao ver as práticas de nosso tempo podemos chegar à conclusão que Gramsci logrou êxito em sua missão de desconstruir verdades até então inquestionáveis. Infelizmente, vivemos num tempo em que o certo tem sido chamado de errado e o errado de certo. Isso sem falar no incentivo ao feio, a desconstrução da beleza e a relativização tanto da feminilidade quanto da masculinidade.
Que Deus nos ajude e nos conceda graça para continuar dizendo que o errado é errado.
Renato Vargens é pastor sênior da Igreja Cristã da Aliança em Niterói, no Rio de Janeiro e conferencista. Pregou o evangelho em países da América do Sul, do Norte, Caribe, África e Europa. Tem 40 livros publicados em língua portuguesa e um em língua espanhola. É membro dos conselhos do TGC Brasil e do IBDR.
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