Entre a barbárie do marxismo ateísta e a democracia judaíco-cristã
Marco Feliciano - 24/09/2026 10h07
Luiz Inácio Lula da Silva na ONU Foto: EFE/EPA/OLGA FEDOROVAO esperado discurso do presidente Lula na abertura da Assembleia Geral das Nações Unidas, que, por tradição, é reservado ao chefe de Estado brasileiro, não passou de um ato de campanha, no qual todos os assuntos resvalaram para um terceiro-mundismo deslavado.
Entre outras coisas, Lula afirmou que não quer que os EUA “se metam nas eleições do Brasil”. Isso é de uma deselegância desnecessária.
Também, chegou a citar o ditador do Iraque Saddam Hussein, que foi acusado de possuir armas químicas, mas nada foi provado, dando atestado a um dos mais sanguinários ditadores do mundo.
Entre tantas afirmações, destaco a mais bizarra:
O Brasil não cabe no quintal de ninguém.
Ele diz isso, mas se “esquece” da China, que tem comprado grandes extensões de terras no Brasil, trazido fábricas de automóveis com operários chineses concorrendo com nossos patrícios, fazendo de nós quintal de um país comunista totalitário. Vejo aí apenas simpatia pela ideologia marxista.
Lula falou ainda, sobre as escolhas nas eleições brasileiras, “ou a democracia ou a barbárie”, numa alusão ao processo eleitoral, e, numa senilidade infame. Citou a nossa urna eletrônica, que ele recomenda ao mundo, por ter o resultado conhecido uma hora após o término da votação, como panaceia para todos os males… e faz isso como se todo o mundo civilizado estivesse errado em suas formas de apuração de votos.
Na verdade, todo o seu discurso foi baseado numa teoria terceiro-mundista, segundo a qual os males do mundo advêm de uma exploração pelo mais forte. Mas esquecendo que a exploração mais cruel vem dos próprios governantes totalitários que seu grupo político tanto defende. Falou de Nicarágua, Venezuela e Cuba; mas se esqueceu de todos os nossos vizinhos que optaram pela democracia de direita, conservadora e cristã.
São tantas as afirmações esdrúxulas… mas não posso deixar de citar sua defesa do Hamas, que leva o terrorismo a todo o seu povo e ao qual foi oferecido um território e um país, o que não foi aceito, pois querem eliminar Israel.
Finalizo lembrando que realmente teremos a escolha, nas próximas eleições, entre a barbárie do marxismo ateísta e a democracia plena do judaísmo cristão.
E peço que Deus derrame as mais escolhidas bênçãos celestiais sobre todas as Nações Unidas.
Marco Feliciano é pastor e está em seu quarto mandato consecutivo como deputado federal pelo Estado de São Paulo. Ele também é escritor, cantor e presidente da Assembleia de Deus Ministério Catedral do Avivamento.
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