Lulopetismo prioriza o criminoso em detrimento da proteção das vítimas
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Lulopetismo prioriza o criminoso em detrimento da proteção das vítimas

Por Lawrence Maximus
29 de May, 2026
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Imagem da Notícia: Lulopetismo prioriza o criminoso em detrimento da proteção das vítimas

Lawrence Maximus - 29/05/2026 11h34

Lula Foto: Ricardo Stuckert / PR

Thomas Sowell, o economista que insiste em ver o mundo como ele é e não como os manuais petistas gostariam que fosse, disse certa vez uma frase que parece ter sido escrita especialmente para o Brasil de 2026:

Uma das tragédias da nossa época é que a esquerda prefere entender o criminoso a proteger a vítima.

Nunca essa frase esteve tão atual. Enquanto mães enterram filhos assassinados por facções, enquanto ônibus são queimados, enquanto o PCC expande seu “negócio” para além das fronteiras, controla presídios como se fossem filiais e domina rotas de drogas que chegam até a América do Norte, o governo lulopetista dedicava sua diplomacia a uma causa nobre e humanitária: impedir que os Estados Unidos classificassem o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas.

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O governo Trump ignorou os apelos emocionados do Planalto e declarou as duas maiores facções criminosas do país como organizações terroristas estrangeiras.

O Palácio do Planalto reagiu como quem viu um fantasma: “Isso pode abrir margem para intervenções americanas!”.

Sim, caros leitores. O grande temor não é o criminoso que decapita, extorque e domina favelas. O grande temor é que o Tio Sam, com seu imperialismo arrogante, venha atrapalhar o delicado trabalho social que o Estado brasileiro vem fazendo com os “irmãos”. Quase um empreendedorismo de periferia, né?

É o famoso Bandidismo-Estado: um culto quase religioso onde o criminoso tem sempre “raízes sociais” a serem compreendidas, enquanto a vítima honesta é tratada como estatística inevitável do “modelo excludente”.

O bandido merece seminário, cota, bolsa, “ressocialização” e, principalmente, não ser chamado de terrorista. Já o cidadão comum que paga impostos e quer chegar vivo em casa? Esse que se vire. Mas, claro, chamá-los de terroristas seria “estigmatizante”.

Thomas Sowell, mais uma vez, acerta em cheio. A tragédia da nossa época não é só a violência. É a inversão de valores que transformou o criminoso em vítima romântica e a vítima honesta em problema secundário.

O mundo tem agora a possibilidade de reconhecer o óbvio: que facções criminosas que controlam territórios no Brasil, matam civis, desafiam autoridades e aparelham o Estado, monopolizando a violência de forma terrorista!

Lawrence Maximus é doutorando em Ciências Políticas pela Pontificia Universidad Católica Argentina. Como cientista político, especializado em Cooperação Internacional, desenvolveu em seu Mestrado pesquisa sobre a UNRWA e os eventos de 7 de outubro, analisando o duplo papel desempenhado por instituições internacionais em zonas de conflito. É embaixador do Yad Vashem (Formação em Holocausto e combate ao Antissemitismo pelo Museu do Holocausto de Jerusalém, Israel).

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