A quem incomoda chamar o crime pelo nome?
Marco Feliciano - 01/06/2026 14h18
Lula Foto: Ricardo Stuckert / PRApós a classificação, pelo governo americano, das facções criminosas brasileiras PCC e CV como organizações terroristas, a gritaria contra foi geral. Nunca se viu defesa tão feroz como essa por grande parte de nossas autoridades.
Agora, como é possível defender o indefensável? O povo vive aterrorizado em suas comunidades, com homens portando fuzis, intimidando cidadãos de bem, ditando normas e exercendo controle total, sem a presença do Estado, que foi impedido de subir o morro no Rio de Janeiro por decisão de ministro do Supremo.
Os foras da lei impõem regras e mantêm tribunais do crime, executando pessoas com a naturalidade impressionante que constatamos em vídeos visualizados no mundo todo, nos comparando a republiqueta de bananas, e não podemos contestar essa triste realidade.
Condenar a recente medida do governo americano em classificar o crime organizado brasileiro como organização terrorista é uma defesa do indefensável. Até porque medidas como esta foram aplaudidas pela maioria das pessoas de bem do nosso país, que já não aguentam mais viver oprimida e prisioneira em suas próprias casas.
Finalizo agradecendo a Deus por ter levantado homens como o presidente Donald Trump, que restaurou as tradições judaico-cristãs do mundo ocidental contra o socialismo ateísta, que quase dominou o mundo, juntamente com o fundamentalismo que não quer a convivência, mas sim a exterminação de quem pensa o contrário.
E que o Altíssimo derrame as mais escolhidas bênçãos celestiais a todos.
Marco Feliciano é pastor e está em seu quarto mandato consecutivo como deputado federal pelo Estado de São Paulo. Ele também é escritor, cantor e presidente da Assembleia de Deus Ministério Catedral do Avivamento.
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